O cultivo de pensamentos, ações, atitudes e expressões desde a mais tenra idade favorece o despertar da capacidade imaginativa e criativa do ser humano. “Olhar e escutar a criança deve ser uma constante, como forma de integração com a família e com o meio em que ela convive”, acrescenta Yonara. Em um mundo em que a maior demanda é por soluções rápidas e fáceis, esta interação, às vezes, é deixada de lado. “Hoje, o que vemos de maneira geral é a prevalência da aparência em detrimento da profundidade, da valorização das imagens e não dos pensamentos e das emoções. Predomina o flash, rápido e descartável. Tendemos, atualmente, a viver a ‘desinvenção’ da infância e a ‘adolescentização’ da sociedade”, reflete Andréa Cicciarelli. Fica, portanto, um convite à reflexão sobre o que devemos aprender e ensinar aos pequenos de hoje em dia.
REVIDE – 2013
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